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Dos próprios botões, coleciona pequeninices e papéis amassados. De lidar com verbos e seus sujeitos predicados e adjetivos e substantivos nos pronomes sem artigo. Sáfaro, amolece o jarrete quase como oblata. Parece pacóvio, mas prefere ser estro.


Do transitar, um tanto teatro, um treino malabares, uma estripulia circense, um quê mambembe, um ser nonsense, uma dose antropofágica, um batuque de quin(e)tal, um passo de dança, uma cultura popular, um olhar fotográfico, uma arte plástica, uma metamorfose abreviada, uma amálgama de palavras. 


Dos blocos de anotação, garatujas, poemas inacabados e reflexões do cotidiano. Das prosas, entrevista com o escritor Ruy Castro, o ator Luis Melo, a diretora teatral Cibele Forjaz, o artista plástico Guto Lacaz, a antropóloga Silvia Borelli, o palhaço Picolino, o músico Luiz Tatit, o poeta de cordel Moreira de Acopiara, a cantora Elza Soares, entre outros. 


Dos impressos e online, colaborou com as revistas Boemia, publicação cultural de Araraquara; a Paradoxo, publicação cultural online de São Paulo; o site Conto Novela; a editoria de cultura do jornal Brasil de Fato e o jornal latino-americanoCobriu festivais de teatro em Curitiba e em São José do Rio Preto. 


Dos livros, com Michele Prado escreveu Novos Traços, a inovação da linguagem jornalística, livro-reportagem que aborda três distintos períodos jornalísticos: O Pasquim, New Journalism e reportagens em quadrinhos de Joe Sacco. Dos entrevistados: Jaguar, Millor Fernandes, Ferreira Gullar, Audálio Dantas, Ziraldo, Paulo Caruso, Lillian Ross (The New Yorker) e Joe Sacco (jornalista-quadrinista). Ouvindo as histórias de Liliane Santi relatou O Engenheiro e a Flor e, mesmo com o barulhar dos vizinhos, conseguiu escrever a biografia Esumbaú, Pombas Urbanas! 20 anos de uma prática de Teatro e Vida


Da trajetória, fez produção e reportagens para o programa cultural “Refletor”, do Canal Universitário de São Paulo; trabalhou em ONGs como o Instituto Pombas Urbanas (SP) e Teatro de Tábuas (Campinas). Do agora, é colaboradora do guia cultural UiaDiário, da Revista Murro em Ponta de Faca e repórter da Revista CASAMIX


Do nomear, Neomisia Silvestre, que vira neo, naomisia, neonice, nemicia, neomicina, neomis, mísia, nelícia, neon, mel, cléoléo, léoniza, lemisiaDo conjugar, eu transito.